sábado, 28 de fevereiro de 2009

O corpo feminino

Não importa o quanto pesa.
É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.
Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim.
Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... .
Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.
As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem.
Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa.
Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas...
Porque razão as cobrem com calças longas?
Para que as confundam conosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto.
Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero:
Nós gostamos assim!
Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza...
Que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez!
Tratem de agradar a nós e não a vocês.
Porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes.
Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado.
O corpo muda... cresce.
Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no vestido que usavam aos 18.
Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas.
Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre);
Quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza.
São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos '"em formol'" nem em spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.
É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto.

Da duração

Um guerreiro da luz respeita o principal ensinamento do I Ching: “a perseverança é favorável”.
Mas ele sabe que perseverança nada tem a ver com insistência.
Existem épocas em sua vida que os combates se prolongam além do necessário, exaurindo suas forças e enfraquecendo seu entusiasmo.
Nestes momentos, o guerreiro reflete: “uma guerra prolongada termina destruindo o próprio país vitorioso”. Então ele retira suas forças do campo de batalha, e dá uma trégua a si mesmo. Persevera em sua vontade, mas sabe esperar o melhor momento para um novo ataque.
Um guerreiro sempre volta à luta. Mas nunca faz isto por teimosia - e sim porque nota a mudança no tempo.
(Paulo Coelho)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Mudança na Unimed



A partir de segunda (2 de março), os atendimentos na urgência e emergência do Hospital Unimed JP passarão a ser feitos de acordo com a gravidade do caso. O novo sistema, chamado de Classificação de Riscos, organizará o fluxo de clientes que procuram o Pronto Atendimento (PA) e possibilitará um atendimento mais eficiente, acolhedor e humanizado. Logo que chegarem ao PA, os clientes serão avaliados por um profissional de saúde e receberão uma pulseira com uma cor que indica a gravidade do caso e serão informados sobre o tempo de espera para ser atendido por um médico. Em seguida, serão conduzidos a uma área específica, da mesma cor da pulseira, onde estarão outras pessoas com diagnóstico semelhante. No local, haverá uma equipe disponível 24 horas, composta por enfermeiros, técnicos e auxiliares e médicos para dar assistência aos clientes. O Sistema de Classificação de Riscos faz parte de uma série de ações que estão sendo implementadas no Hospital Unimed JP para obtenção da certificação de Acreditação Hospitalar, que reconhece a implantação de métodos de gestão focados na melhoria da qualidade da assistência nos serviços de saúde. ENTENDA AS CORES O Sistema de Classificação de Riscos utiliza quatro cores para sinalizar a gravidade dos casos. Veja abaixo o significado de cada uma delas: VERMELHA: Esta cor vermelha indica que o paciente tem preferência no atendimento por apresentar risco imediato de morte. AMARELA: O paciente que receber a pulseira amarela precisará de um atendimento relativamente rápido, com equipamentos e cuidados específicos para manter a vida. VERDE: A pulseira verde será colocada no paciente que necessita de observação para definição do diagnóstico e internação. AZUL: A cor azul será destinada aos casos mais simples, que poderiam ser atendidos em outras unidades de saúde de menos complexidade, como consultórios.




Fonte: http://www.clickpb.com.br/

Revista Veja.(edições Anteriores)

A imagem ao lado é a capa da Revista Veja,
em sua edição de nº01 de 11/09/1968.
Caso voce queira observar o acervo de reportagens
da Veja basta acessar o link:
onde poderá ler e fazer pesquisas na edições semanais desde 1997 até os dias de hoje. Um verdadeiro passeio na nossa história.
Boa leitura!

Deixa o mago trabalhar


Nunca desista





"Comprometa-se com suas metas e encare os obstáculos como etapas para atingir o objetivo final."

- Dr. Lair Ribeiro -

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Almir Laureano - MOVPAZ

“Você pode dizer para uma pessoa que não gostou dela sem uma motivação violenta. A paz começa na nossa individualidade”. É o que afirmou o coordenador estadual do Movimento pela Paz (Movpaz), Almir Laureano, durante sua palestra sobre a Cultura de Paz, realizada ontem no teatro do Sesc/centro,Campina Grande-PB., dentro da programação do último dia do 18º Encontro da Nova Consciência.Segundo Almir, “o pacificador pode ficar indignado com qualquer situação, mas não pode promover mais violência com a sua indignação”, ressaltou. Para ele, um caminho é mudar o pensamento. “Nós temos que trabalhar o pensamento porque a nossa linguagem é o resultado dele. Se tivermos respeito ao outro, falaremos respeito e seremos construtores de uma cultura de paz”, ressaltou Almir.
Fonte: Jornal da Paraíba 25/02/2009

Não leia


Luma de Oliveira quer explicação:
"Se a Portela não pedir, eu peço"


Luma de Oliveira está furiosa com a nota 9,8 que a bateria da Portela recebeu. Em entrevista à coluna Retratos da Vida, do jornal Extra, a rainha da bateria da azul e branco disse que não ficou satisfeita com a avaliação do jurado.
“A bateria estava impecável. Ele tem que apresentar uma justificativa para ter tirado dois décimos. Se a Portela não pedir explicação, eu peço”, enfatizou.
Mesmo assim, a Luma afirmou que ficou satisfeita com o terceiro lugar da Portela – foi a melhor colocação da escola desde 1995. “[O desfile] foi impecável. Ficamos apenas um décimo atrás da Beija-Flor”, disse a bonitona em relação à vice-campeã.
À coluna, Luma também confirmou que, no desfile das campeãs, não vai usar o laço de sua fantasia, que pesa quatro quilos, porque ficou com manchas roxas em suas costas.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Uma vóz no vento



...Nenhuma dor que fere um coração é perdida nos balanços do código divino...
Essa a razão por que a lei do Todo-Poderoso permite que haja sofrimentos no mundo e no Além. É, pois, uma lei, a inflexível lei de causa e efeito, que Jesus traduziu por esta admirável sentença:
A cada um será dado segundo as próprias obras

Charles em O drama da Bretanha, cap. 6.

Missão cumprida




Sexta-feira recebi uma ligação do meu amigo/irmão, desde inicio da infância ,o Ido, me dando conta da morte do seu Júlio. Antes de passar uma mensagem de conforto, pois tratava a noticia do falecimento do seu genitor, me veio uma sensação de agradecimento a tudo que é mais sagrado nesta existência.

Como alguém pode achar motivos para agradecer e sorrir diante da morte de outrem? Principalmente quando o falecido é o pai de vários amigos seus. Quando o falecido é um homem de bem e que participou de forma efetiva da sua formação moral e intelectual.

Agradeci a Deus pelo passamento material do Sr. JÚLIO FERREIRA DE LIMA , pois pela primeira vez em meus 42 anos de vida percebi com clareza que um ciclo completo se cumpriu. Entendo que nascemos, morremos, renascemos ainda e progredimos sempre, assim é a lei, mas nem todos fazem o dever de casa da forma correta. Com o Seu Júlio não. Este seguiu os desígnios de Deus.

Quando nos conhecemos eu ainda era muito pequeno e adorava ver o pai dos meus amigos jogando vôlei na frente da sua casa. Ele era um amante da juventude e acho que até por isso reunia sempre em sua casa uma gama de peladeiros. Sua casa era nossa casa e, diga-se de passagem, sempre tinha um prato na mesa para quem quisesse fazer uma boquinha. Muitas vezes fiz das suas carambolas o meu lanche da tarde.

Acompanhei muitas fases da sua vida, desde aquela casa de uma água só, que tinha um tanque na frente onde fazíamos de piscina, até a “puxada” que criou um novo ambiente para ampla cozinha com pilastras similares a de uma fortaleza. Fazendo uma digressão me lembro dos tempos de JULIMAR, empresa de negociação de sargaço em Cabedelo, para onde fui por vários finais de semana. Recordo que o primeiro jogo de microlampadas de natal que vi em uma arvore foi na casa deste incansável homem que após se aposentar parecia até que de manhã desmanchava um móvel de casa só para ter o pretexto da montagem à tarde.

Vibrou com a o sucesso dos filhos. Formou todos! Conduziu sua vida da forma mais correta e coerente. Viveu e deixou viver! Sofreu um inevitável golpe do destino que foi o desaparecimento daquela que o acompanhou na alegria e na tristeza. Lacrimejei junto, ainda no cemitério, quando proferiu as últimas palavras ao seu verdadeiro e único amor( Dona Maria)dizendo; “ Vai em paz... O céu hoje ta em festa”.

Pois é...Sobram as lembranças, ficam os exemplos. O que dizer diante da ação deletéria do tempo. Poderia falar que o tempo é o senhor da razão ,mas prefiro plagiar aquele que me serviu de farol e guia......" VÁ EM PAZ...O CÉU HOJE TÁ EM FESTA!”


* Foto das Bodas de Ouro de Sr. Júlio e Dona Maria.

Se no Brasil fosse assim...

Embora desapontado com derrota, McCain diz que permanece um servo dos EUA; leia discurso
da Folha Online


Leia abaixo a íntegra do discurso:

"Obrigado. Obrigado, meus amigos. Obrigado por virem aqui, nesta bela noite do Arizona.
Meus amigos, nós --nós chegamos ao fim de uma longa jornada. O povo americano falou, e falou claramente.

Há pouco, tive a honra de telefonar para o senador Barack Obama para parabenizá-lo.
Em uma disputa tão longa e difícil quanto foi a dessa campanha, o sucesso dele demanda meu respeito por sua habilidade e perseverança. Mas, que ele tenha obtido sucesso ao inspirar as esperanças de tantos milhões de americanos que acreditaram erroneamente que tinham pouco em jogo ou pouca influência na eleição de um presidente americano, é algo que admiro profundamente e o elogio por alcançar.

Esta é uma eleição histórica, e reconheço o significado especial que ela tem para os afro-americanos e para o orgulho todo especial, que deve ser deles nesta noite. Sempre acreditei que os Estados Unidos oferecem oportunidades para todos os que são trabalhadores e que tem vontade de trabalhar. O senador Obama acredita nisso também.

Mas ambos reconhecemos que, embora tenhamos avançado muito desde as velhas injustiças que já mancharam a reputação de nosso país e negaram a alguns americanos as plenas benesses da cidadania americana, as lembranças delas ainda têm poder para machucar. Um século atrás, o convite do presidente Theodore Roosevelt a Booker T. Washington para jantar na Casa Branca foi visto como um ultraje em muitos lugares.

A América está hoje a um mundo de distância do fanatismo cruel e apavorante daqueles tempos. Não há melhor prova disso do que a eleição de um afro-americano para a presidência dos Estados Unidos. Que não haja razão agora para que qualquer americano deixe de celebrar sua cidadania nesta que é a maior nação da Terra.

O senador Obama alcançou um grande feito para si mesmo e para este país. Eu o aplaudo por isso, e ofereço a ele meus sinceros sentimentos, por sua avó não ter vivido para ver este dia.
Embora nossa fé nos assegure que ela repousa na presença do Criador e está muito orgulhosa do bom homem que ela ajudou a criar.

O senador Obama e eu tivemos e discutimos sobre nossas diferenças, e ele prevaleceu. Sem dúvida muitas dessas diferenças permanecem. Estes são tempos difíceis para o nosso país. E eu prometo a ele esta noite fazer tudo em meu poder para ajudá-lo a nos liderar através dos muitos desafios que vamos encarar.

Peço a todos os americanos que me apoiaram que se juntem a mim não apenas para parabenizá-lo, mas para oferecer ao nosso próximo presidente nossa boa vontade e nossos esforços mais honestos para encontrar modos de nos unirmos a fim de efetuarmos os compromissos necessários para superar nossas diferenças e ajudar a restaurar nossa prosperidade, defender nossa segurança em um mundo perigoso, e deixar para nossos filhos e netos um país melhor e mais forte do que o que herdamos.

Sejam quais forem nossas diferenças, somos todos americanos. E por favor acreditem em mim quando digo que nenhuma ligação jamais significou mais para mim do que essa.

É natural. É natural, nesta noite, sentir algum desapontamento. Mas amanhã teremos de seguir adiante e trabalhar em conjunto para colocar nosso país em movimento de novo. Lutamos --lutamos tão duro quanto pudemos. E embora tenhamos chegado perto, a falha foi minha, não de vocês.

Estou tão profundamente grato a todos vocês pela grande honra do seu apoio e por tudo que vocês fizeram por mim. Eu gostaria que o resultado tivesse sido diferente, meus amigos. A estrada foi difícil desde o começo, mas o seu apoio e amizade nunca se abalaram. Não posso expressar de modo adequado o quanto estou profundamente em débito com vocês.

Estou especialmente grato a minha mulher, Cindy, a meus filhos, a minha querida mãe e a toda a minha família, e aos muitos velhos e caros amigos que ficaram ao meu lado através dos muitos altos e baixos desta longa campanha. Eu sempre fui um homem de sorte, e muito mais ainda pelo amor e encorajamento que vocês me deram. Vocês sabem, campanhas freqüentemente são mais duras para a família do candidato, e isso foi verdadeiro nessa campanha. Tudo que posso oferecer para compensar é meu amor e gratidão e a promessa de anos mais pacíficos à frente.

Também estou --também estou, é claro, muito grato à governadora Sarah Palin, uma das melhores companheiras de campanha que já vi, e uma voz nova e impressionante em nosso partido por reforma e pelos princípios que sempre foram nossa maior força, a seu marido Todd e a seus cinco lindos filhos por sua incansável dedicação à nossa causa, e à coragem e graça que mostraram nos percalços de uma campanha presidencial. Podemos todos esperar com grande interesse por seus próximos serviços no Alasca, no Partido Republicano e em nosso país.

A todos os meus companheiros de campanha, de Rick Davis e Steve Schmidt e Mark Salter até o último voluntário que lutou dura e bravamente, mês após mês, no que às vezes pareceu a mais disputada campanha nos tempos modernos, muito obrigado. Uma eleição perdida nunca vai significar mais para mim do que o privilégio de sua fé e amizade.

Eu não sei --eu não sei o que mais eu poderia ter feito para tentar vencer essa eleição. Deixarei isso a outros para determinar. Todo candidato comete erros, e tenho certeza de que cometi minha parcela deles. Mas não vou gastar um minuto do futuro lamentando o que poderia ter sido.
Essa campanha foi e vai permanecer como a grande honra da minha vida, e meu coração está cheio de nada menos que gratidão pela experiência e pelo povo americano por me conceder uma oportunidade justa antes de decidir que o senador Obama e meu velho amigo, o senador Joe Biden, deveriam ter a honra de nos liderar pelos próximos quatro anos.

Eu não seria --eu não seria um americano digno desse nome se lamentasse um destino que me permitiu ter o privilégio extraordinário de servir a esse país por meio século. Hoje, fui um candidato ao posto mais alto do país que amo tanto. E esta noite permaneço um servo. Isso é benção suficiente para qualquer um, e eu agradeço ao povo do Arizona por isso.

Esta noite --esta noite, mais do que em qualquer outra noite, tenho em meu coração nada mais que amor por esse país e por todos os seus cidadãos, tenham apoiado a mim ou ao senador Obama. Desejo boa sorte ao homem que foi meu oponente e será meu presidente. E peço a todos os americanos, como fiz freqüentemente nesta campanha, que não se desesperem diante das atuais dificuldades, mas que acreditem, sempre, na promessa e na grandeza dos Estados Unidos, porque nada é inevitável aqui.

Americanos nunca desistem. Americanos nunca se rendem. Nunca nos escondemos da história. Nós fazemos história. Obrigado, e Deus os abençoe, e Deus abençoe os Estados Unidos. Obrigado a todos."