domingo, 28 de março de 2010

"TUDO É POSSÍVEL AO QUE CRÊ"




> Palavras de Jesus registradas no Evangelho de Marcos <




  • Todos nós, vez por outra, nos sentimos desanimados. A maioria de nós, em alguma ocasião, já se perguntou se não deveria desistir. É comum enfrentarmos problemas e desencorajamentos, mas podemos vencê-los com o poder da persistência. Parece que muitos dos famosos líderes do mundo tiveram que enfrentar grandes dificuldades e desencorajamentos para tornar realidade sua meta.


  • Cristóvão Colombo, por exemplo, pelas informações que obteve em suas viagens e pelo estudo de cartas e mapas, concluiu que a Terra era redonda e que podia alcançar a Ásia viajando para o oeste. Mas precisava de um patrono para financiar uma expedição daquele porte.

  • Após quase uma década de tentativas para achar um patrono, Colombo já estava um tanto desesperado, mas não desistiu. Ele tinha o poder da persistência. Acreditava na sua missão, mas insistia em conseguir melhores. Pedia que lhe fosse conferida de imediato a graduação de almirante, e que fosse feito vice-rei de todas as terras e mares que descobrisse. Além disso, queria receber um décimo de todos os metais preciosos descobertos nas terras sob seu almirantado. Suas condições foram rejeitadas e as negociações foram, outra vez, interrompidas, e Colombo foi à França. Entretanto, a rainha mudou de idéia e mandou buscá-lo. Em abril de 1492, Fernando e Isabel concordaram em subsidiar a expedição nos termos estabelecidos pelo navegador Colombo.
  • Estava parecendo que seria impossível reunir as tripulações, apesar das recompensas oferecidas, mesmo a criminosos e a endividados que se dispusessem a servir na expedição. Mas Colombo demonstrou, uma vez mais, seu poder de persistência e, finalmente, três navios, o Niña, o Pinta, e o Santa Maria, içaram as velas a 3 de agosto de 1492.

  • Três dias depois, o Pinta perdeu o leme. Tiveram de reparar o barco, rápida e disfarçadamente, porque três navios portugueses estavam tentando interceptar Colombo. A viagem foi pontilhada de experiências adversas, que deixaram as tripulações agitadas e à beira de motins, mais de uma vez. Somente no dia 12 de outubro de 1492 fundearam na América do Norte.

  • Colombo não visitou o Grande Khan de Catai (China) como esperava, mas descobriu dois novos continentes. Foi bem-sucedido porque tinha poder de persistência.
Para atingir um porto, devemos navegar, às vezes, com o vento, e outras vezes contra ele. Não desista. Persista!








 

















sábado, 27 de março de 2010

CIRCO DOS HORRORES




  • "Um homem com uma Bíblia na mão causou um grande tumulto em frente ao Fórum de Santana, zona norte de São Paulo, ao defender o perdão ao casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, julgados pela morte da menina Isabella Nardoni. Ao dizer frases como "Jesus perdoará o casal Nardoni", o homem, identificado apenas como pastor Adelilton, revoltou parte das pessoas que aguardam o veredicto no local.
    Houve muita discussão e garrafas de água foram atiradas no homem, que foi agarrado pelo pescoço e agredido. "Vocês são assassinos que nem eles", gritava o pastor, enquanto sofria agressões. Antes que outra tragédia acontecesse, a Polícia Militar apareceu e retirou o homem do tumulto, levando-o para longe do fórum."




  • "Achei ele um covarde. Como ele vem pedir para perdoar um caso desses?", disse Ster Silvano Filante, 61 anos. "Ele estava na hora errada e no lugar errado e teve o que mereceu", completou. Em outro momento, um homem que estava no local teve uma convulsão e foi levado para o Pronto Socorro da Vila Nova Cahoeirinha. Ele foi identificado como Israel de Jesus."


Copiei os trechos acima do portal WSCOM e não vou me reportar se a condenação é justa ou injusta. Observo que estamos vivendo em um barril de pólvora onde o pavio tá bem próximo de detonar uma convulsão popular. após ser divulgada a sentença parecia até que estávamos vivendo um clima de final da copa do mundo ou passagem de um ano para outro. Fogos de artificio, populares batendo em carros, gente pulando no meio da rua.Foi uma alegria geral! O comentarista policial da Rede Record (Percival de Souza) disse que a alegria representava a alma humana e concordo com ele.


Lembrei do livro " Há dois mil anos" de Chico Xavier que é um belo romance espírita onde algumas pessoas eram levadas a uma arena onde o imperador ficava olhando do seu altar sagrado e os leões devoravam aqueles que ali estavam para a carnificina, para alegria geral e incondicional da plateia que aplaudia e se abraçava numa comoção geral.


Acho tudo isso muito perigoso. Temos que fazer pressão sim para que assassinos sejam julgados e sentenciados mas não podemos esquecer dos crimes que são cometidos todos os dias diante dos nossos olhos e nada fazemos; Temos que ter a certeza que quem tem dinheiro também vá pra cadeia.


Quantas crianças morrem de fome porque o dinheiro da merenda foi desviado, quantas ambulâncias deixam de atender no domicilio do enfermo pois a rua foi calçada apenas no papel e o dinheiro do material desviado. Quantos doentes deixaram de tomar o remédio pois a verba foi roubada ou o preço foi superfaturado. Nós temos que cobrar que criminosos sejam colocados na cadeia mas não podemos simplesmente deixar de lado, diante da banalidade geral, que dinheiro de creche seja roubado, que se barganhe cargo politico em prol de beneficio pessoal.


Agora um alerta; A eleição se avizinha e para que não sejamos culpados, votando em criminoso, que tal observarmos o passado do candidato ? O que ele fez, se tem processo, se foi preso, se matou, se roubou, se prometeu e não cumpriu, enfim, fazer um verdadeiro levantamento da vida do candidato.


Abra o olho. Sabemos que tem muita gente que comete crime por gozar da condição de impunidade que reina no Brasil mas tem outras pessoas que são levadas pela falta de distribuição de renda. Tem uma enorme fatia da sociedade que não tem direito a nada neste país. Políticos roubam dinheiro de creche, merenda,remédio,asfalto, saneamento,presidio,delegacia, viaturas da polícia, livro escolar, barragem, etc,etc,etc,etc,etc,etc.................


Não permita que ninguém pense por você. Tome suas decisões. Pense e reflita ! Cuidado com a mídia comprada e com politico ficha suja.








domingo, 21 de março de 2010

Quando As Crianças Saírem de Férias


Quando chego em casa eu encontro


Minha turma esperando sorrindo


E lá vou eude xerife ou de homem do espaço


No seu mundo esquecer o cansaço


E o tempo vai.


Bem mais tarde o calor do seu beijo


Me envolve em amor e desejo


Mas o nosso amor


Não vai longe um deles lhe chama


Ele quer companhia e reclama


E você vai


E assim nosso tempo se passa


quando você retorna sem graça e eu me aborreço.
quando as crianças saírem de férias


Talvez a gente possa então se amar


Um pouco mais.
Novamente o calor do seu beijo


Nos envolve no mesmo desejo


Mas o nosso amor


Dura pouco um outro agora


Põe a boca no mundo e chora


E você vai


Outra vez você volta sem graça


E outra parte do tempo se passa


E eu me aborreço.
Quando as crianças saírem de férias


Talvez a gente possa então se amar


Um pouco mais.
Novamente o calor dos seus braços


Me acende e eu esqueço o cansaço


De esperara história é sempre assim


Já um outro chamando por mim


E lá vou eu


E assim outra noite se passa


quando eu volto e fico sem graça


Você já dormiu.
Quando as crianças saírem de férias


Talvez a gente possa então se amar


Um pouco mais.








  • *Composição ; Roberto e Erasmo Carlos

sábado, 20 de março de 2010

A QUEDA É DIFERENTE ?


Fico observando o trânsito e percebo o quanto nossa vida depende das atitudes alheias. Estamos sempre a 50 centimetros de qualquer mudança radical. As vezes percebo que o pneu do onibus fica muito perto e me pergunto; Se o motorista errar ou tiver uma dificuldade na saúde, o que será de mim? Pois é, isso poderá acontecer a qualquer momento basta para tanto eu estar dentro do carro e dirigindo em qualquer local. Contudo, realmente me preocupa a falta de orientações dos motoqueiros, notadamente aqueles que a lei dispensa o uso do capacete. Condutor de moto, excluindo poucos, por sí só já não gosta de respeitar o código de trânsito e tendo um amparo legal, ai sim vira abuso.


Só porque a legislação não exige os proprietários destas motos não usam o capacete, instrumento que num acidente pode salvar-lhe a vida. Mas ainda tem pior; Em muitos dos casos os donos das motos vão nas oficias e substituem uma peça que torna o veiculo com quase a mesma potencia de uma 125. Assim sendo o perigo aumenta pois se na velocidade recomendada já é um perigo, imaginemos um equipamento produzido para atingir uma velocidade de no máximo 60 ou 80 km passar sem estrutura alguma para 100 ou 140 km.


Vejo muitos motoqueiros levando o capacete para passear pendurado no braço. Vejo jovens guiando com o capacete da testa para cima num sinal claro que deseja ser identificado, buscando notoriedade pela velocidade que passa. Depois, quando resta alguma coisa da vida, sobra para o Dr. Guilherme Sarinho, lá no Hospital de Traumas, remendar tecidos mal torcidos e escutar choros dos pais a perguntar pelos filhos.
Não consigo entender o camarada não usar capacete só porque tem uma norma legal que o beneficia mas a queda é diferente?



quarta-feira, 17 de março de 2010

Vender hoje, é mais cérebro do que músculos!




  • Vender, hoje é mais cérebro do que músculos. O mundo moderno, extremamente competitivo exige de cada vendedor uma grande autodisciplina e força de vontade. Exige que o vendedor faça a sua "lição de casa" como nunca antes havia sido exigido. Hoje será capaz de vender para mim aquele vendedor que tiver e trabalhar o maior número de informações a meu respeito. Souber o que eu quero, como quero, onde quero, como posso pagar, qual o plano que melhor me convirá, etc.


  • Assim, cada vendedor tem hoje que "estudar" a fundo e conhecer os produtos com os quais trabalha, todas as suas variantes e variáveis. E não adianta saber "por cima". É preciso conhecer com profundidade, porque os clientes têm hoje grandes oportunidades, via internet e outro meios, de acessar informações dos concorrentes e produtos similares. Assim, o vendedor que quer "enganar" ou que pensa que o cliente é o mesmo de anos atrás, está redondamente enganado.


  • Além de conhecer os próprios produtos, o vendedor de hoje tem que conhecer os produtos concorrentes. Saber exatamente o quê e quem concorre com os produtos que vendo, para poder ter argumentação válida frente ao cliente.


  • E ainda, mais que conhecer os produtos, tem também que conhecer todas as formas concorrentes de financiamento daquele produto disponíveis no mercado, para poder oferecer ao cliente uma opção de compra segura, direta e com convicção.


  • Os anos que virão serão muito positivos para a economia brasileira. Todos os prognósticos são extremamente favoráveis. O Brasil deverá crescer. A distribuição da renda deverá melhorar. As exportações retomarão seu fôlego. O desemprego deverá diminuir. Não há nenhuma instituição séria, no Brasil ou no exterior que esteja fazendo uma previsão negativa para o Brasil para os próximos anos.


  • Portanto, agora é a hora de nos prepararmos para essa "virada" que ocorrerá. Mas é preciso também lembrar que o cliente estará a cada dia mais exigente, mais informado, mais alerta para as oportunidades de mercado. E para que possamos tirar proveito das mudanças favoráveis que se apresentam no horizonte é preciso que sejamos verdadeiros "profissionais de vendas" e não simples vendedores.


  • Faça um verdadeiro exame de consciência profissional e veja se você, vendedor, está se comportando como os dias atuais estão exigindo de nós. Veja se você está dando importância ao seu aperfeiçoamento pessoal e profissional. Veja se você realmente conhece os produtos com os quais trabalha e todas as formas alternativas de financiamento e opções de compra. Veja se você está dedicando algum tempo, energia e dinheiro para investir em você mesmo como um profissional.


  • Pense nisso. Sucesso!

  • Texto do competente Professor Luiz Marins

terça-feira, 16 de março de 2010

Fagner salvou a Calypso

Eu tenho andado tão carente, tão fora do ar
Com o coração desesperado pra te encontrar
Querendo o teu amor
Vê se me liga, pelo menos me dá um sinal
O teu silêncio me machuca me faz tanto mal
Me causa tanta dor
E às vezes choro com saudade de nós dois
Quando escuto nossa música tocar
Eu vejo um filme, nossa história de amor
Que ainda vive em mim, você não sai de mim
Sem você por perto meu mundo é deserto
É um mar que secou
O sol não tem brilho, o amor não tem trilho
Sem rumo e sem direção
Sem você do meu lado está tudo errado
Vou enlouquecer
É fogo cruzado, é campo minado
Pra onde correr
E o que é que eu vou fazer
Aqui ser tem você.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O Vendedor em Tempos de Mudança




  • O vendedor moderno é aquele que decidida e seriamente "compromete-se com o sucesso de seu cliente".


  • O vendedor tem que transformar-se num verdadeiro "profissional de vendas" e só assim sobreviverá aos desafios da competitividade deste final de século.


  • Prestar serviço é o novo nome do jogo.


  • Vender, hoje, é muito mais cérebro do que músculos!


  • As empresas nunca tiveram que mudar tanto e tão rapidamente. O mercado nunca mudou tanto e tão rapidamente. O comportamento do consumidor nunca mudou tanto e tão rapidamente. O ciclo de vida dos produtos é cada vez mais curto. Graças a esse processo de aceleração da historia, a própria figura do vendedor mudou.

sábado, 13 de março de 2010

"Sepultar os mortos; cuidar dos vivos; fechar os portos"

Escrito por Luiz Marins


  • Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o rei Dom José perguntou ao General Pedro D’Almeida, Marquês de Alorna, o que se havia de fazer. Ele respondeu ao rei: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.


  • Muitas vezes temos em nossa vida empresarial e mesmo pessoal, “terremotos” avassaladores como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva. Esses “terremotos” podem ser de toda ordem: um lote de produtos com defeito que saiu de nossa indústria para o mercado sem que tenhamos detectado a tempo; produtos contaminados que causaram problemas; erros incorrigíveis cometidos por nossos funcionários em relação ao nosso melhor cliente, etc, etc. Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida. Quem está competindo no mercado sabe que há “falhas geológicas” indetectáveis sob nossos pés e que podem gerar um “tremor” a qualquer instante sem que estejamos preparados. O que fazer?


  • Exatamente o disse o Marquês de Alorna: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. E o que isso quer dizer para a nossa vida empresarial e pessoal? Que lições podemos tirar desse conselho a D. José?


  • Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso “sepultar” o passado. Colocar o passado debaixo da terra. Isso significa “esquecer” o passado. Pouco ou nada resolve abrirmos uma “sindicância” para descobrir os culpados pelo terremoto. Também não adianta ficarmos discutindo como teria sido se o terremoto não tivesse ocorrido. Ou ainda se Lisboa estivesse situada fora da falha geológica que gerou o terremoto. Enterrar os mortos. E a verdade é que muitas empresas e pessoas têm enorme dificuldade em “enterrar os mortos”. Ficam anos e anos em atitude de um eterno velório. Passado o terremoto, lembre-se, a primeira coisa a ser feita é “enterrar os mortos”.


  • Cuidar dos vivos significa que depois de enterrar o passado, temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Dar foco ao presente só será possível se enterrarmos os mortos, esquecermos o passado. Cuidar dos vivos significa reunir pessoas e bens que sobreviveram ao terremoto e rearranjá-los de forma a servirem para a reconstrução, para o novo. Muitas empresas e pessoas não conseguem dar foco ao presente para “cuidar dos vivos”. Vivem o tempo todo na ilusão do que poderia não ter ocorrido. Não conseguem se desligar. Não têm energia para “cuidar dos vivos” .


  • Fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa empresa ou de nossa vida. Significa não permitir que novos problemas nos desviem do “cuidar dos vivos”.


  • Fechar os portos também é necessário porque quando você está passando por um “terremoto”, seus adversários e inimigos sabem de sua fragilidade e possível desesperança. E aí quererão aproveitar-se de sua fraqueza. Se você deixar seus “portos” abertos poderá ter que lutar contra os invasores, vampiros e abutres que virão espreitar a sua desgraça. Feche os portos!


  • Os conselhos do Marquês de Alorna a D. José são de uma sabedoria indiscutível. Serviram para a reconstrução de Lisboa em 1755 e servem para nossas empresas e nossas vidas pessoas neste século XXI.


  • É assim que a história nos ensina. Por isso a história é “a mestra da vida”. Portanto, quando você ou sua empresa enfrentarem um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Av. Prisão


Esses dias estava passando na avenida prisão, que alguns teimam em chamar de Av. Liberdade e sempre que ali tráfego me vem na cabeça as inúmeras promessas que já foram feitas por politicos que se elegeram naquela cidade com a proposta de resolver a questão do transito na artéria principal de Bayeux. É uma vergonha uma cidade com a importância que tem, pelo que representa no Estado, apenas uma entrada e saída. Sem contar na questão dos alternativos que é uma situação a parte; Temos que levar em consideração o desemprego que a muitos encaminha para a irregularidade mas tem muitos veículos fazendo "frete" e é um paradeiro geral. Se um transeunte levantar a mão aos céus para agradecer a Deus pelo dom da vida e nas proximidades for passando um carro alternativo, este vai logo parando o trânsito todo na esperança de mais um passageiro. É melhor perder um tempo a mais e seguir pela BR a passar pelo centro da cidade dos caranguejos.

sexta-feira, 5 de março de 2010

VAI TRABALHAR VAGABUNDO

Pastor alemão devia cuidar da sua vida. Acordar cedo, labutar e deixar de ser carteiro.Como disse Chico Buarque; VAI TRABALHAR VAGABUNDO.

terça-feira, 2 de março de 2010

Canção da Despedida


Já vou embora, mas sei que vou voltar
Amor não chora, se eu volto é pra ficar
Amor não chora, que a hora é de deixar
O amor de agora, pra sempre ele ficar
Eu quis ficar aqui, mas não podia
O meu caminho a ti, não conduzia
Um rei mal coroado,
Não queria
O amor em seu reinado
Pois sabia
Não ia ser amado
Amor não chora, eu volto um dia
O rei velho e cansado já morria
Perdido em seu reinado
Sem Maria
Quando eu me despedia
No meu canto lhe dizia


*(Geraldo Vandré e Geraldo Azevedo)