terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mestre Conselheiro

Sábado, 22/01/2011, foi um dia muito especial para minha familia. Meu filho, Mário Gomes Neto, foi empossado como Mestre Conselheiro do Capitulo Francisco de Souza Filho - 266 , da Ordem DeMolay, para a gestão 2011.1  Ainda nesta cerimônia, foram empossados os excelsos Matheus Henrique, que é filho do Maçom Aldo Rogério, da Loja Constância e Lealdade, como 1º Conselheiro e Pedro Isaac, filho do Maçom Sebastião Firmino, da Loja Padre Azevedo, como 2º Conselheiro.

Vários convidados se fizeram presentes e, iluminando o Oriente, o Eminente Grão-Mestre, Aderaldo Pereira de Oliveira, do GOB-PB., sempre passando um pouco da sua larga experiência.

Trata-se esta Ordem de uma organização Paramaçônica que recebe jovens filhos de Maçons ou indicados por algum membro da maçonaria e que prepara lideres no mundo inteiro.

Para saber mais click no link abaixo:
























sábado, 15 de janeiro de 2011

Solidariedade

Folder criado pelo Sênior DeMolay Thiago Davi ( @thiagodmpb )


domingo, 9 de janeiro de 2011

Como aprendermos a respeitar o nosso Templo


A nossa casa é o nosso corpo e o nosso corpo é o nosso Templo. A boca é a porta principal do Templo, e devemos, então, cuidar do que entra Nele através dela.

Alguém pode imaginar abrirmos a porta do Templo da nossa Religião, seja uma Igreja, uma Casa, um Centro, e colocarmos qualquer coisa lá dentro? Todos nós não temos um cuidado, um respeito, ao entrarmos no Templo da nossa Religião? Tiramos o chapéu ou boné, algumas vezes tiramos o sapato, fazemos o sinal da cruz ou manifestamos alguma outra atitude de respeito. Por que então colocamos qualquer coisa para dentro do nosso corpo, se ele é o Templo através do qual manifesta-se o nosso Espírito?



Grande parte das pessoas não tem o menor cuidado e respeito pelo seu Templo corpóreo, e abre a sua porta e ingere qualquer coisa, fuma, bebe, usa substâncias tóxicas, sem atentar para o que vai acontecer quando aquilo penetrar no Templo. Imaginemos que nosso corpo fosse transparente e pudéssemos ver o que acontece quando ingerimos alimentos não-saudáveis, em geral em grande quantidade, sem mastigar, ou bebendo aos goles? Certamente ficaríamos horrorizados com o que veríamos. E quando fumamos, se pudéssemos ver aquela fumaça corrosiva entrando por nossos brônquios, chegando aos alvéolos do nosso pulmão, passando para o sangue, percorrendo todo nosso organismo, empestecendo, poluindo, envenenando, destruindo, dificilmente alguém continuaria fumando se assistisse a isso.



O interior do nosso Templo que deveria ser um local limpo e puro, desde que nascemos, com exceção do leite materno, começa a ser poluído e degradado com alimentos que não nutrem, num critério geralmente baseado na aparência e não como deveria ser; se nutre ou apenas satisfaz os nossos sentidos, à nossa comodidade e a nossa pressa.

Essa falta de cuidado e respeito com o nosso Templo corpóreo é que faz com que muitas pessoas coloquem boca adentro as duas piores drogas existentes, de uso autorizado: o cigarro e a bebida alcoólica, que além de não trazerem nenhum benefício, são a porta que abre para as drogas chamadas ilícitas: a maconha, a cocaína, o crack e tantas outras.



Todos que não aprenderam a cuidar do seu Templo e que comem qualquer coisa, fumam, bebem, ingerem seja o que for, abrem a porta e permitem que entre em seu Templo seja o que for sem o menor respeito, e devemos atentar para a verdadeira heresia que estamos cometendo com a casa do nosso Espírito, e o atentado contra o principal projeto em uma encarnação: a nossa busca de Purificação.

Todos queremos um país melhor, e isso é possível, desde que comecemos a enxergar as coisas como elas devem ser vistas. O uso de drogas no mundo inteiro, e particularmente aqui no Brasil, é apenas um reflexo do que vimos fazendo há séculos, criando uma terrível e desumana desigualdade social alimentada pela corrupção e os interesses pessoais, e com isso, a miséria, a fome e a violência em níveis cada vez mais alarmantes, por uma concepção de que a vida é para ser aproveitada, aceitando como normal que muitos segmentos da mídia difundam qualquer produto, independentemente do critério de ser benéfico ou maléfico, que uma grande parte das músicas nas rádios e dos filmes e séries nas televisões sejam de origem americana, nos incutindo os valores e os ideais daquele país, criando uma cultura jovem, baseada no consumo e no materialismo, alicerçada no egoísmo, na superficialidade e na competitividade, criando uma concepção de que podemos comer qualquer coisa, nos alimente ou não, e todos nós, descuidados, ingerimos qualquer alimento que satisfaça o nosso paladar ou o nosso olfato, sem atentarmos para o principal, que seria o seu valor nutritivo.



Nesse mundo de materialismo e superficialidade, de domínio dos meios de comunicação, uma grande parte atentando apenas para a captação de patrocinadores, sem importar-se com a qualidade de seu produto, estamos todos imersos. E aprendemos desde crianças a comer qualquer coisa, ao uso de bebidas alcoólicas nas festas, onde pais e mães e familiares são usuários de cigarro, de medicamentos psicotrópicos (principalmente ansiolíticos e antidepressivos), dando assim um mau exemplo para os filhos, de que o seu uso é socialmente aceitável, que é permitido a sua utilização, o que é magistralmente referendado pelos meios de comunicação, que divulgam as bebidas, o cigarro e os medicamentos, criando assim a mística de que “isso pode”.



As nossas crianças, criadas nesse meio, comendo qualquer coisa, vendo seus familiares usando essas substâncias, assistindo às programações de televisão, em grande parte alienizantes e massacrantes, escutando as rádios e suas músicas “jovens”, endereçadas aos nossos chakras inferiores, com a mensagem que devemos nos sacudir e pular e gritar e ficar bem loucos, numa sociedade materialista, consumista, permeada de falsos valores, em que a prioridade é ganhar dinheiro e não ajudar os outros, a meta é ficar rico e famoso e não uma pessoa que viva para servir aos demais, o que podemos esperar que nossos jovens comecem a fazer, depois que já beberam bebidas alcoólicas e fumaram cigarro, já que “isso pode”?

Vão apenas continuar fazendo o que nós lhe ensinamos, o que as rádios, os canais de televisão ensinam, que é como ser irresponsável e imediatista, como estar na moda, como ser igual aos outros, que estudar é uma coisa chata, o legal é balada, que trabalhar só se for em algo que dê muita grana ou se for para ganhar pouco que não tenha muita coisa para fazer, que ser jovem é ser doidão, como mostra na televisão e como gritam os apresentadores das rádios jovens, que tudo é uma festa, a vida é para ser aproveitada, que a juventude passa rápido e então tem de aproveitar, e com a porta aberta pela bebida alcoólica e pelo cigarro e com todo esse incentivo à loucura e à doideira, lá vão nossos jovens procurar novas emoções, na maconha para “se espiritualizar”, na cocaína para “se ligar”, no crack para viajar mais barato, no LSD para “aumentar seu amor”, no Ecstasy para poder pular a noite toda, enfim, eles vão simplesmente continuar, a seu jeito, fazendo o que nós lhe ensinamos, só que agora aconteceu algo inesperado para nós: enquanto bebiam socialmente e fumavam de vez em quando, e isso é lícito, às vezes com certo exagero, mas os pais e familiares também cometem os seus, tudo bem, mas drogas ilícitas, não!



Todas as campanhas antidrogas são admiráveis e louváveis, só que nenhuma vai funcionar enquanto nós não acabarmos com essa droga de mundo, essa droga de informação que passamos para nossos filhos e o exemplo que damos a eles. O assunto do momento é “Drogas não!” mas para alcançarmos isso, precisamos nos unir e fazer do nosso mundo um lugar limpo para se viver, mostrar para os nossos filhos, desde crianças, que devemos cuidar do que botamos em nossa boca, dentro do nosso Templo, o que é saudável ou não. Precisamos aprender a cuidar e respeitar o nosso Templo. Essa é uma Utopia que só irá concretizar-se se nos unirmos e começarmos realmente a cuidar e zelar pelo nosso Templo. Podemos começar por fechar a porta.



Texto de Mauro Kwitko


sábado, 8 de janeiro de 2011