quinta-feira, 30 de agosto de 2012

JOAQUIM BENEDITO BARBOSA GOMES - QUEM É ELE?




Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores (1976-1979), tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsinki, Finlândia e, após, foi advogado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) (1979-84).
Prestou concurso público para procurador da República, e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado e doutorado ambos em Direito Público, pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1990 e 1993. Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi visiting scholar noHuman Rights Institute da faculdade de direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003). Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol. Toca piano e violino desde os 16 anos de idade.
Demonstra defesa incondicional em certas questões. É o único ministro abertamente favorável à legalização do aborto; é contra o poder do Ministério Público de arquivar inquéritos administrativamente, ou de presidir inquéritos policiais. Defende que se transfira a competência para julgar processos sobre trabalho escravo para a Justiça federal.
Defende a tese de que despachar com advogados deva ser uma exceção, e nunca uma rotina, para os ministros do Supremo. Restringe ao máximo seu atendimento a advogados de partes, por entender que essa liberalidade do juiz não pode favorecer a desigualdade. A posição do ministro, todavia, é criticada por advogados e pela Ordem dos Advogados do Brasil, sob o fundamento de que despachar com os magistrados é um direito dos advogados, conferido pela Lei 8.906/94, cujo art. 7, inciso VIII preceitua ser direito dos advogados: "dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada".
O ministro Barbosa diz ser, também, contra a suposta prestação preferencial de jurisdição às partes de maior poder aquisitivo ("furar fila"). A postura do ministro também tem sido criticada pela OAB, sob o fundamento de que, por vezes, situações de urgência realmente justificariam a inversão da ordem dos julgamentos.
Barbosa opõe-se, também, ao foro privilegiado para autoridades.


Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Barbosa








terça-feira, 28 de agosto de 2012

MUSEU DA CORRUPÇÃO




Como o voto é cidadania, resolvi dividir com vocês o link do MUSEU DA CORRUÇÃO. Lá, tem a sala dos escândalos, Sala das Operações da Policia Federal, Sala das CPIs, tem Cartão Postal da Corrupção, tem o Poupatempo da Corrupção, Dicionário da Corrupção, Pizzaria e muito mais. Em todas as págimas é possível fazer uma pesquisa sobre o nome de algum político. Antes de votar faça uma visita e veja se consta o nome do seu candidato. É melhor prevenio que remediar.


Você vai ficar perplexo, são fortes emoções !

sábado, 25 de agosto de 2012

HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO - DOAÇÃO



Eu faço uma pequena contribuição mensal ao Hospital Napoleão Laureano e todos podem fazer. Basta se dirigir a qualquer agência da Energisa e solicitar que o valor que você deseja doar seja adicionado a sua conta de energia, que a empresa faz o repasse.

No meu caso, observo que faço uma contribuição de R$2,00 tem mais de três anos. Pedirei que aumente para R$5,00. Entretanto, até mesmo a quantia de R$1,00 soma. Já me informei e este tipo de colaboração auxilia na administração dos custos daquela unidade hospitalar, que trata os nossos Irmãos portadores de câncer.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

TENHA PACIÊNCIA






Nunca como nos dias de hoje a virtude da paciência andou tão falta. Tudo corre e deve correr. O tempo urge. Os compromissos se multiplicam. O excesso de informação nos faz ter a sensação de eternos atrasados – no tempo, no espaço, na vida.
Perdemos a noção do tempo da natureza – de que as coisas devem nascer e crescer. De que a semente leva um tempo para germinar. A planta um tempo para crescer. O fruto um tempo para amadurecer. Queremos tudo já! Imediatamente Já! Para ontem!

Empresários querem que seus negócios dêem resultado em poucos meses. Funcionários querem ser promovidos em poucas semanas de emprego.  Clientes querem o produto entregue em algumas poucas horas após o pedido.
E se tudo não ocorrer na estonteante velocidade que imaginamos.... "perdemos a paciência!"  Perdemos aquela que já estava perdida em nossa consciência ingênua (e pouco crítica) há muito tempo. Na verdade o homem e a sociedade contemporâneos estão "perdendo a paciência".

Com a virtude da paciência "perdida", o homem fica um ser estressado, à mercê de suas emoções explosivas. Não sabendo esperar o "fruto amadurecer", os come sem sabor, amargos, pois que ainda não amadureceram e não estavam prontos para serem consumidos com o sabor do açúcar que só o tempo é capaz de dar.

Saber "dar tempo ao tempo" é sabedoria de poucos. Ter a paciência histórica de dar tempo ao tempo para ver suas ações converterem-se em resultados, é sabedoria de poucos. Manter-se, pacientemente, no foco, até que o mercado reconheça sua empresa e seus valores, é sabedoria de poucos empreendedores – os de sucesso! Saber esperar a tempestade passar para continuar caminhando no rumo certo é sabedoria de poucos.

A massa ignara gasta toda a energia lutando contra o inimigo errado, no campo errado, com armas erradas, no momento errado – e em seguida chora a própria derrota. Sem paciência não têm capacidade de analisar, cismar, questionar, pensar e decidir com sabedoria.

A paciência é irmã gêmea da sabedoria. A paciência é o solo fértil onde a sabedoria germina. Sabedoria sem paciência é tão ilusória quanto será sempre vil a paciência sem sabedoria. Mas como gêmeas, a maior sabedoria está justamente na paciência. A paciência é a própria sabedoria no tempo. É o saber o tempo de semear, o tempo de colher, o tempo de ser para alguém, aquele alguém sereno que sabe o que quer e para onde vai porque sabe esperar o momento certo de ir.

Não perca a sua paciência!



Texto do professor  Luiz Marins







sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Política (e políticos) de merda!!!




Em todo ano eleitoral a mesma fábula é repetida em tom paternalista: a função dos legisladores eleitos – explicam pausadamente – é propor leis, não oferecer auxílios. Deixam de lado, claro, que as leis que eles propõem são auxílios: asfalto aqui, iluminação acolá, posto de saúde alhures. As que não o são, em geral, melhor seria que não existissem: dia disso ou daquilo, medalha pra Fulano, proibições arbitrárias, e o que mais lhes vier à telha.
A recente aprovação de cotas de 50% para vários tipos de coitadinhos nas universidades federais, verdadeira pá de cal em qualquer chance de tornar minimamente decente o ensino superior brasileiro, consegue ser ao mesmo tempo esmola com o dinheiro alheio e arbitrariedade. Melhor seria, já disse, se não legislassem.
Ao mesmo tempo, o Código Penal, que na sua interpretação atual é percebido pela massa da população como tremendamente leniente, tornando quase impossível a prisão de um ladrão, tem uma versão nova entregue pronta por uma comissão de ideólogos para que o Senado a aprove num prazo que não permite qualquer debate. E – como se poderia esperar – o Código proposto é ainda mais leniente com o crime. Ele parte do princípio ideológico de que o criminoso é um coitadinho, forçado ao crime pela sociedade malvada, e que, portanto, mais vale punir a sociedade que prender o criminoso.
Isso – que tem efeitos gravíssimos sobre a população, especialmente sobre os mais pobres, que não têm carros blindados nem cercas elétricas – não merece discussão. Legislar, aparentemente, é agora sinônimo de escrever utopias. O papel, sabemos todos, aceita tudo. A realidade, contudo, permanece a mesma. Continua sendo aquela em que o povo vota no político que vai botar postinho de saúde ou ceder a ambulância particular (qual é a diferença?) e em que os viciados em crack – cujo porte não dá cadeia – sustentam o vício com furtos cometidos contra as casas dos pobres, com portas frágeis e sem alarme, seguros de que o furto não tem punição legal.
Se os supostos representantes do povo realmente o fossem, se a fábula repetida nos anos eleitorais fosse real, se a lei atendesse aos desejos da população, não me espantaria se víssemos a volta da forca em praça pública e das chibatadas. O oposto diametral do novo projeto de Código Penal. Do mesmo modo, o bom senso já indica que de nada adianta criar cotas nas universidades se as escolas continuam diplomando analfabetos. Seria bom se realmente tivéssemos representantes eleitos. Muita coisa iria mudar. Infelizmente, o que temos e dispomos é de uma política (e políticos, por que não?) de merda!

Texto de Edmilson Lucena
Visualizado no http://www.blogdotiaolucena.com.br

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

POEMINHA DO CONTRA


 ˙¡oɥuıɹɐssɐd nǝ
˙oãɹɐssɐd sǝlǝ
'oɥuıɯɐɔ nǝɯ o opuɐɔuɐʌɐɹʇɐ
oãʇsǝ íɐ ǝnb sǝʇsǝ sopoʇ

ɐɹʇuoɔ op ɐɥuıɯǝod


Poeminha do contra

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!. 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O POVO NA RUA


Fotografia é história



1º de fevereiro de 1988. Para comemorar a instalação da Assembléia Nacional Constituinte de 1988, em torno de 15 mil brasileiros compareceram ao gramado fronteiro ao Congresso. No momento em que se realizava a primeira sessão, no plenário da Câmara, muitos deles romperam a barreira dos seguranças que protegiam o edifício e subiram na cúpula do Senado. 

Como o discurso do ministro Moreira Alves, do Supremo Tribunal Federal, era muito longo ainda tive tempo de correr até o estacionamento do Palácio do Planalto em busca de um ângulo para registrar esse momento, visual raro da história da Capital e do País. 

No dia seguinte outra cerimônia era realizada, desta vez para escolher o parlamentar que viria presidi-la. O eleito foi o deputado por São Paulo Ulysses Guimarães, que obteve 425 votos, contra 69 do colega Lysâneas Maciel, do Rio de Janeiro. Ao assumir, Ulysses ocupou a tribuna e disse em seu discurso: “Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar.” Para relembrar: a primeira Constituição do Brasil foi promulgada em 1824, no período colonial. Depois desta, seis outras entraram em vigência, já no regime republicano, quatro delas nos tempos de Getúlio Vargas. A que foi elaborada em 1988, a atual, substitui as de 1967 e 1969, feitas pelos militares. 

Orlando Brito.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

APELO DRAMÁTICO AOS PROFESSORES EM GREVE


                       
APELO DRAMÁTICO AOS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS EM GREVE





“Estou desesperada, revoltada com essa greve que não termina”.


“Padre, três meses em casa, de braços cruzados, nem estudo, nem emprego”.

“A cada dia que passa, vou ficando estressado, triste, sem graça. Essa greve já passou dos limites, já está fazendo a gente perder até a esperança na vida”.

Uma mãe me falou: “meu amigo padre, meus filhos estão em casa, chateados, magoados, tristes, desesperados com essa greve sem fim. Eu, como mãe, não suporto ver meus filhos sofrendo tanto”.

Outra mãe: “aluguei um apartamento para minhas duas filhas. Veja o que acontece: minhas filhas em casa, e eu pagando o aluguel. Estou revoltada, muito revoltada”.

Uma jovem universitária me falou: “padre Djacy, estou perdendo a esperança de concluir meu curso e de arrumar um emprego. Minha vida, por causa dessa greve, vai ficando escura, estou vendo a hora pegar uma depressão”.

            Após ouvir alguns universitários sertanejos, especificamente do Vale do Piancó, manifestando seu desespero, seus tormentos, seu pessimismo e revolta, resolvi, na condição de cidadão e pastor, fazer um humilde apelo aos heróis professores universitários.

            Queridos professores grevistas das Universidades Federais do meu Brasil, da minha amada Paraíba, vocês têm todo meu apoio na sua luta por melhores condições de trabalho, por salário justo, digno, e outras reivindicações meritórias. Parabéns pela luta renhida. Porém, com quase três meses de paralisação, questiono o seguinte: é justo deixar milhares e milhares de estudantes sem aula? É justo, que nossos sofridos estudantes universitários fiquem em casa, parados, perdendo tempo, perdendo o entusiasmo pelos seus estudos e, o pior, perdendo a esperança de dar continuidade ou concluir o seu tão sonhado curso? É justo, senhores professores,que nossos estudantes se desesperem, percam o otimismo, a esperança, e entrem em estado de angústia, desespero, melancolia, depressão?

            Senhores professores, o governo federal já lhes apresentou várias proposta de  aumento salarial e outras efetivas soluções, então, por que não parar com essa greve  que, indubitavelmente, está causando desespero e revolta à classe estudantil e à sua família? Por que não encerrar essa greve (justa) e dá um tempo ao governo para que o mesmo estude a viabilidade de apresentar-lhes outra contraproposta satisfatória? Será que não chegou a hora de pensar nos sofrimentos dos alunos, de sua família e da própria sociedade? Será que não chegou a hora de pensar nas terríveis conseqüências que essa greve está causando na vida dos pobres estudantes? Lembrem-se, senhores professores, essas conseqüências terão suas marcas profundas, indeléveis, na história acadêmica e profissional dos nossos heróis estudantes.

            Numa luta reivindicatória, não podemos priorizar somente a razão, mas o coração, também. Por isso, pergunto-lhes: não chegou o momento de deixar o coração ou a sensibilidade falar, agir, para o bem da própria categoria e felicidade dos estudantes?

            Senhores professores, vocês são formados, a maioria com mestrado, doutorado. Todos, que benção, com seus empregos garantidos. Sonhos realizados! Agora, peço-lhes, até pelo o amor de Deus: pensem nos pobres estudantes que ainda, coitados, com muito sacrifício, dificuldades, batalham para concluir seu curso tão sonhado. E o pior, seus professores, terão que enfrentar uma luta renhida, desigual, cruel, para conseguir seu lugar no mercado de trabalho. Se conseguirem, claro, será um MILAGRE.

         Senhores professores, entendo a situação de vocês, aliás,repito,têm meu incondicional apoio, mas, por favor, com a sensibilidade que lhes é inerente, façam uma reflexão e tomem a melhor decisão: a decisão de voltar às salas de aula. Só assim, a esperança, a alegria, o entusiasmo e a felicidade voltarão a reinar nos corações dos queridos acadêmicos. E o Brasil agradecer-lhes-á.

Padre Djacy Brasileiro, em 13 de agosto de 2012
Twitter: @padredjacy

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Parahyba: Passado e Futuro





Eles eram portugueses, espanhóis, franceses, potiguaras, tabajaras, cariris, holandeses, africanos. Todos esses povos enfrentaram disputas ferrenhas entre si para dominar a Paraíba. Nascemos da cobiça, da guerra
 e da dor num cruento período de história. Foram senhores e foram escravos, dominantes e dominados que sofreram e gozaram nessa terra de esperança. Ao longo do processo, foi edificada uma sociedade de múltiplas faces e com forte presença no cenário nacional, nos campos das artes, da política e da cultura.

Terceira cidade mais antiga do Brasil, a Paraíba foi palco de inúmeros acontecimentos que marcaram profundamente a história do país. Fundada em 1585 por tropas portuguesas e espanholas, sofreu diversas invasões de franceses e holandeses. Europeus conquistadores, ameríndios rebelados e negros insurgentes se digladiaram e se amaram ao longo dos 427 anos de história.

A Paraíba é resultado inacabado de paixões ocultas e ódios declarados, conflitos abertos e acordos secretos, revoluções e rebeliões, traições e lealdades, religiosidades e profanações, espertezas populares e maquinações elitistas, poemas de Augusto dos Anjos e Lau Siqueira, grandiosidades literárias de José Lins do Rego e Ariano Suassuna, pinturas artísticas de Pedro Américo e Clóvis Júnior.

A Paraíba foi fundada a partir da ambição ibérica e da resistência indígena. Num período de onze anos, entre 1574 e 1585, cinco expedições foram lançadas, a partir da Capitania de Itamaracá, com intuito de conquistar o território paraibano. Tomando conhecimento da Tragédia de Tracunhaém, quando os ameríndios dizimaram a população portuguesa que lhe tomara a terra, e receoso de que os franceses se apossassem da região, El-Rei D. Sebastião ordenou que a Paraíba fosse ocupada e os ameríndios subjugados.

Tabajaras aliados e Potiguaras subjugados. No final do período colonial, todos os ameríndios haviam sucumbido à saga conquistadora dos ibéricos. Depois foram os holandeses que aqui aportaram. Chegaram em 1634, desejosos de enriquecimento rápido numa vida tão fugaz. Foram expulsos pela força dos habitantes locais, liderados pelo paraibano André Vidal de Negreiros 

O doce açúcar, riqueza principal produzida nas terras paraibanas, foi fruto da exploração do trabalho escravo indígena e africano. Pelas ladeiras do Varadouro, na cidade baixa, homens e mulheres derramavam sangue e suor para o poder, fausto e ostentação dos senhores de engenho.

Tivemos revoluções. Em 1817, o grito republicano e separatista ecoou profundamente nos corações de poucos visionários. Quando a repressão da coroa se fez presente, massacrando os rebeldes, o jovem Peregrino de Carvalho, com apenas 19 anos, foi enforcado, esquartejado e partes do seu corpo expostos para servir de exemplo.

Em 1930, a Paraíba eclodiu em protestos pela morte do presidente João Pessoa, momento mais dramático da nossa história. A revolução começou aqui e espalhou-se por todo o país. Milhares de paraibanos se engajaram na construção de uma nova ordem. Paixão e política sempre foram os nossos impulsos e nossos desejos. Dura e fascinante sina.

Vivemos momentos difíceis, como no passado. Nossa história está aprisionada em uma redoma de atraso, tanto no campo social como no político. Temos uma parcela da elite que quer nos manter numa estagnação perpétua, fortes amarras do seu poder. Também como no passado, nos cabe sonhar e trabalhar, de forma corajosa, justa e ordeira. Dentro dos limites necessários da democracia, temos o dever de ousar e resgatar o espírito da indignação para construirmos um futuro muito melhor.





Texto: Lúcio Flávio Vasconcelos

domingo, 5 de agosto de 2012