quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O PONTO DE CEM RÉIS, A FEIRA DE OITIZEIRO E A ESTÁTUA QUE NÃO PODE CORRER.


Passei no Ponto de Cem Réis e pensei que estava no mercado de Oitizeiro, com todo respeito que aquela feira merece. Tinha milho, laranja, churrus, banana, sombrinha, cinturão, controle remoto, pombo, catinga e até galinha eu vi um senhor vender. O monumento de Vidal de Negreiros parece um chiqueiro de porco e, do outro lado, observando todo esse camelódromo, a estátua do inesquecível Livardo Alves, que envergonhada, só não saiu correndo porque é pregada no banco. Confesso, me quedei entristecido com o abandono do local, que tá parecendo uma feira de mangaio

Que coisa!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

RICARDO COUTINHO E O CHORORÔ DAS AVES DE MAU AGOURO

Quem conhece, mesmo que de longe, a forma de administrar do Governador Ricardo Coutinho​ já sabia que esses comentários levantados pela oposição, sobre a possibilidade de atraso na folha de pagamento dos funcionários do Estado era mera cortina de fumaça por falta de argumentos sólidos para o debate construtivo. A cada fofoca a resposta vem com a continuidade do trabalho sério e eficiente. Diziam que os proventos não sairiam, mas vão sair e dentro do mês trabalhado, como se tornou hábito.

O mago vem se tornando profundo destruidor das aves de mau agouro.



sábado, 16 de janeiro de 2016

EITA PIULA, O ANO COMEÇOU BEM....


Todos nas fotos temos mais de quarenta e uns mais de cinquenta, mas o que isto quer dizer? Nada! Absolutamente coisa alguma. Nos reunimos décadas após nos vermos e foi excelente. Surgiram histórias que nunca contei ao meu filho, mas ele estava lá e ouviu bem concentrado, como quem mais tarde iria me perguntar: pai o senhor fez aquilo mesmo? Fiz, filho, e me orgulho de tudo que você escutou. Direi a ele.

Minhas melhores recordações me encaminham ao bucólico bairro de Jaguaribe, onde nasci e me criei. Não havia maldade e as casas ainda podiam dormir com as portas abertas. Todos se frequentavam e sempre havia um amigo pronto para qualquer situação, mesmo que fosse para quebrar jarros.

Era um ninho de sabiá na frente da casa de Gibinha e Roberto, carambolas na de Ido e Êdo, War na de Paulo, Jambo na de Tute, ping pong na mesa da cozinha de Joãozinho e Vépo, além de vôlei onde tivesse um campinho, que por sinal era vizinho lá de casa.  Lembramo-nos do peru na árvore, do mamão que virou doce, do portão pintado com graxa, das lâmpadas de natal e do velho e bom jogo de luz. 

Os assuntos fluíam e, na época,  alguns eram inconfessáveis, mas o tempo passou e se transformaram em boas recordações. Aliás, eu queria dizer, em extraordinárias recordações.


Obrigações e distância impediram o reencontro com todos, mas ficou o gosto de quero mais e a necessidade da repetição.




sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - PLACAS NA CIDADE



José Américo de Almeida (Areia, 10 de janeiro de 1887 — João Pessoa, 10 de marçode 1980) foi um romancista, ensaísta, poeta,cronista, político, advogado, professor universitário, folclorista e sociólogo brasileiro