sábado, 20 de fevereiro de 2016

RICARDO E JOÃO: O HOTEL TAMBAÚ FICOU PEQUENO


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

UIRASSU E O BOM COMBATE SEM PERDER A FÉ


"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé."

A acácia amarela, mesmo sendo tão linda e tão bela, foi podada. Perdeu um dos seus fortes galhos que foi levado pelo barqueiro do Senhor para o Eterno Oriente.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O REAL NOSSO DE CADA DIA



Podia ser uma botija, mas foi apenas uma moeda. Achei nos meus guardados e pode ter sido que tenha reservado pensando que 29 anos depois iria trocar e me tornar milionário. Ficou só na intenção e vontade. Vamos ver o que diz a história:

Congelamento da Taxa de Câmbio por um ano em 13,84 Cruzados = 1 Dólar e 20,58 Cruzados = 1 Libra

CRUZADO: entrou em circulação em 28 de fevereiro de 1986, durante o Plano Cruzado no governo de José Sarney. Houve o corte de três zeros em relação ao Cruzeiro.

CRUZADO NOVO: novamente, em função da inflação elevada, houve a criação de uma nova moeda e o corte de três zeros em relação a moeda anterior. Entrou em circulação em 16 de janeiro de 1989.

CRUZEIRO: em 16 de março de 1990, durante o primeiro ano do Governo de Fernando Collor, a moeda retomou o nome de Cruzeiro. Nesta mudança não ocorreu corte de zeros.

CRUZEIRO REAL: já em preparação para o Plano Real, o governo de Itamar Franco criou o Cruzeiro Real que entrou em circulação em 1 de agosto de 1993. Houve o corte de três zeros.

REAL: moeda que entrou em circulação em 1 de julho de 1994, durante o Plano Real, implementado no governo de Itamar Franco. Os brasileiros tiveram que trocar a moeda antiga pela nova (2.750 Cruzeiros Reais por 1 Real). O Real (R$) é a moeda em circulação até os dias de hoje.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

SIVUCA E O OUVIDO QUE NÃO É PENICO

"A música é dividida em duas: a boa e a ruim. A ruim se acaba e a boa fica e vira clássica."


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

FINALMENTE







"Finalmente!", foi a exclamação do papa Francisco ao se encontrar com o patriarca de Moscou, Kirill, na primeira reunião em mil anos entre os líderes das igrejas Católica e Ortodoxa Russa.

"Somos irmãos", disse o pontífice logo em seguida, em espanhol.

A certo ponto, Kirill afirmou: "Agora as coisas serão mais fáceis". Como resposta, Jorge Bergoglio declarou: "Está claro que essa é a vontade de Deus". Os dois líderes estão acompanhados por tradutores.

O inédito encontro começou logo após o desembarque do papa no Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, capital de Cuba.

Ao descer do avião da Alitalia que o levou, Francisco foi recebido pelo presidente Raúl Castro, que o acompanhou até o local do cara a cara com o líder ortodoxo.

Os dois religiosos se cumprimentaram com um afetuoso abraço e beijos na bochecha. A reunião durou cerca de duas horas, ao fim das quais eles trocaram presentes, fizeram um breve discurso para a imprensa e assinaram uma declaração conjunta, acertada previamente pelos assessores diplomáticos de ambos os lados

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

CELSO FURTADO E SUAS IDEIAS



"Não há idéias do passado nem do presente. Há idéias certas e erradas."

Celso Monteiro Furtado (Pombal, 26 de julho de 1920 — Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2004) foi um economista e pensador brasileiro, responsável pela arquitetura de muitas das políticas de cunho econômico arquitetadas no Brasil nas últimas décadas. Adepto de uma atitude intervencionista no funcionamento da economia, seu pensamento apresenta-se, sob vários aspectos, em sintonia com as ideias promovidas pela CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina), órgão da ONU criado para auxiliar os países latino-americanos no desenvolvimento de ações econômicas que permitam seu progresso financeiro e econômico.

Foi Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1944), Doutor em Economia (1948) pela Universidade de Paris (Sorbonne). Realizou estudos de pós-graduação na Universidade de Cambridge, Inglaterra (1957), sendo Fellow do King`s College. Participou da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial. Após a participação na Força Expedicionária, atua como técnico de administração do governo brasileiro, entre 1944 e 45, tornando-se depois economista da Fundação Getúlio Vargas entre 1948 e 49.

Nesse mesmo ano torna-se diretor diretor da Divisão de Desenvolvimento da CEPAL, onde permanecerá até 1957, colaborando com o famoso economista argentino Raul Prebisch na concepção de um enfoque estruturalista da realidade socioeconômica da América Latina, visão que dominaria os trabalhos elaborados pela mesma comissão.

No ano seguinte, ocupa o cargo de diretor do BNDE (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico) onde permanecerá por um ano, para logo depois ser convidado pelo presidente Juscelino Kubitschek para elaborar o Plano de Desenvolvimento do Nordeste, que daria origem à SUDENE, órgão pelo qual foi responsável durante cinco anos (1959-64).

Em 1962, o recém-criado Ministério do Planejamento tem Furtado como seu primeiro titular, mas, com o advento do Regime Militar, seus direitos políticos são cassados por meio do AI-1, passando então a dedicar-se à pesquisa e ao ensino. Com a redemocratização, volta a ocupar cargos estatais e continua colaborando com trabalhos e pesquisas, sendo que a 7 de agosto de 1997 ascende à cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras e em 2003 torna-se membro da Academia Brasileira de Ciências.

Seu pensamento econômico é ainda bastante atual, pois muito de seus conceitos podem ser vistos na contemporânea política econômica brasileira, sendo que o mérito deste é o de aliar pensamento econômico e história, não deixando de lado a conotação social e até mesmo a profunda análise humanitária que este consegue conciliar ante uma área do conhecimento notoriamente conhecida pelo seu excesso de pragmatismo. Este diferencial em seu estudo faz com que Celso Furtado figure entre os maiores estudiosos do campo econômico.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

AOS APROVEITADORES DO LUTO ALHEIO

É lamentável o que tentaram fazer com a triste partida do Tenente da PM. Algumas pessoas politizaram o fato e desceram aos mais baixos níveis para acusar o Governo do Estado da Paraíba, mas esqueceram que por trás de toda essa politização existe gente. Existe a vida de um jovem que foi interrompida em serviço, que há uma perda irreparável para uma família, e tudo isto foi feito pelo simples fato de tentar levar pânico à sociedade e angariar simpatia para o próximo pleito eleitoral.


Textos longos e pequenos, mas sempre com o dedo em riste apontando culpa como se os dirigentes do Estado e da própria PM tivessem puxado o gatilho que ceifou a vida do militar, que inclusive estava fazendo o que mais a sociedade cobra e ele gostava, que era defender-nos desta nódoa Nacional, que é a violência.

Que o espírito do jovem Ulisses Costa seja bem recebido nos campos do Senhor e que seus familiares recebam, de Deus, o conforto por tamanha ausência.


Quanto aos aproveitadores do luto alheio, eu só posso pedir que melhorem. Vocês já foram mais criativos e menos desrespeitosos. 


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

DILMA, O CONGRESSO, E A VAIA DE MENINO BUCHUDO


Dilma foi ao Congresso Nacional, hoje, e levou mensagem, abrindo assim o ano legislativo. Estava ladeada por duas santidades: Renan Calheiros e Eduardo Cunha. Tomou uma estúpida vaia dos nobres parlamentares que estavam sentados no plenário. Longe de mim de afirmar que o governo dela vai bem e que ta tudo certo, até porque a crise ta ai consumindo toda nossa estabilidade e ela tem culpa no cartório, mas vaiar uma chefe de Estado é molecagem.
Nos EUA, Obama tem uma oposição ferrenha e sempre vai ao Congresso. O debate é em alto nível e não tem vaia. Ele é encostado na parede e não deixa de ser duramente questionado.
Agora eu fico me perguntando: dos que vaiaram a Dilma, quantos resistem a meia hora de investigação da PF?
Jogar pra galera é fácil, quero ver é fazer oposição responsável e agir com ações para o povo. O Brasil não tem mais tempo a perder com essas coisinhas miúdas de menino buchudo.