domingo, 29 de janeiro de 2017

E SE A PLACA DO CARRO DO PLAYBOY VOADOR NÃO TIVESSE CAÍDO?




Trabalhando, Diogo estava no lugar certo, na hora exata, mas pegou pela frente a pessoa errada. Apesar do clamor popular, das mídias sociais não calarem, da imprensa ter botado a boca no mundo, o caso ainda não andou. Uma semana que o rapaz foi pro andar  de cima, o atropelador fujão continua a nadar de braçadas nas possibilidades da Lei. Caso uma pessoa normal (liso), pobre, sem curso superior, tivesse feito algo parecido já teria se mudado de mala e cuia para a rua Conceição Cabral, lá no baixo Roger, onde fica o Flósculo da Nóbrega, para os mais íntimos o presídio do Roger.

Fico me perguntando: se a placa não tivesse caído o playboy voador podia negar a autoria do crime. Com tudo exposto é desta forma que estamos vendo, imagine se a tese da defesa fosse por negar o fato?


Como o imponderável sempre acontece, Nelson Rodrigues liberou o seu amigo, o Sobrenatural de Almeida, e transformou o azarento torcedor fluminense em mecânico para tirar o parafuso da placa para que ela caísse no asfalto a denunciar o menino que achava poder tudo.



Apesar do carro valer mais de meio milhão o fofoqueiro foi um parafuso que vale quase nada.

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